Diário da Profª Silvana Moreli. Professora de Educação Básica (PEB-II) de Língua Portuguesa/Língua Inglesa com sede na EE do Jardim Souza Lima - Bebedouro - SP. (Diretoria de Ensino - Jaboticabal - SP.) com o intuito de divulgar os trabalhos desenvolvidos na referida Unidade Escolar.
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quinta-feira, 19 de junho de 2014
CONTO DE ESCOLA, MACHADO DE ASSIS (EM QUADRINHOS)
A CULPA É DAS ESTRELAS, JOHN GREEN
LÍNGUA PORTUGUESA - CADERNOS DE LITERATURA BRASILEIRA: MACHADO DE ASSIS
LÍNGUA PORTUGUESA - CONHECIMENTO PRÁTICO
terça-feira, 17 de junho de 2014
6º ANO - CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM - LÍNGUA PORTUGUESA
ALFABETIZAÇÃO: 1º ANO - PROJETO DESCOBRIR - LÍNGUA PORTUGUESA - ATUAL EDITORA
ARTE - 155 MIL IMAGENS DE OBRAS DE ARTE EM ALTA RESOLUÇÃO PARA DOWNLOAD GRATUITO
O Rijksmuseum, um dos maiores museus da Europa, dedicado à artes e história, disponibilizou para apreciação on-line ou download, parte de seu gigantesco acervo. São aproximadamente 155 mil obras.
Veja também
Durante a era de ouro das navegações, período da História compreendido entre 1584 e 1702, quando navios holandeses dominavam as rotas mercantes do globo e o país se transformou na primeira potência capitalista do ocidente, a crescente burguesia demandava uma vasta produção de retratos e pinturas, florescendo o comércio, a ciência e, sobretudo, as artes. Poucos países tiveram tamanha produção artística e com tal qualidade como a Holanda desse tempo.
A coleção de pinturas do Rijksmuseum inclui trabalhos dos principais mestres do século 17. Nomes como Jacob van Ruysdael, Frans Hals, Fra Angelico, Vermeer e Rembrandt fazem parte do acervo. Obras como “A Noiva Judia” (1665), “A Ronda Noturna” (1642), “De Staalmeesters” (1662), de Rembrandt; “A Leiteira” (1660), de Johannes Vermeer; “Paisagem de Inverno” (1608), de Hendrick Avercamp; “Retrato do Casal Isaac Abrahamsz Massa e Beatrix van der Laen” (1622), de Frans Hals; e “Retrato de Adolf en Catharina Croeser” (1655), de Jan Steen, estão disponíveis para download gratuito.
Os usuários podem explorar toda a coleção por artista, tema, estilo ou semelhança. Todas as imagens estão disponíveis em alta resolução. Para fazer o download é necessário um registro simples ou logar-se usando a conta do Facebook. Em seguida, basta clicar sobre a opção (download image) localizada abaixo da obra selecionada e mandar salvar.
Clique no link para acessar: 155 mil imagens de obras de arte em alta resolução para download gratuito
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FONTE: Revista Bula
08/11/2013 - 3º ENCONTRO - GR - FORMAÇÃO DOS PROFESSORES COORDENADORES DE APOIO À GESTÃO PEDAGÓGICA
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| Grupo de PCAGPs - D.E.R. Jaboticabal - SP. |
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
COORDENADORIA DE ENSINO DO INTERIOR
DIRETORIA DE ENSINO – REGIÃO DE
JABOTICABAL
Praça Dr. Joaquim Batista, 204 – Centro
– Fone (0xx16)3209-2340 – Fax (0xx16)3209-2390
Jaboticabal –
SP – CEP. 14870-090
E-mail: de20506o@see.sp.gov.br |
Pauta
Orientação Técnica:
GR: Formação dos Professores Coordenadores
de Apoio ao Gestor –
3º Encontro
Data: 08/11/2013
Horário: das 8h30 às 17h30
Objetivo Geral: Socializar e ampliar
os conhecimentos dos PCAGPs sobre o desempenho de sua função através de
estudos, reflexões e compartilhamento de práticas.
Objetivos
Específicos:
- Socializar informações e oportunidades de formação;
- Relacionar práticas de gestão à aprendizagem de alunos e professores;
- Refletir sobreas contribuições de pesquisa-ação para o trabalho do
PCAGP;
- Subsidiar a elaboração da proposta de trabalho do PCAGP.
09h30: Socialização –
Seminário “A convivência na Escola em Pauta”
10h: Café
11h: Leitura do texto: “As práticas de Organização e Gestão da Escola e a Aprendizagem de Professores e Alunos”, de José Carlos Libâneo
11h30: Socialização e
debate
12h30: Almoço
13h30: Devolutiva da
atividade “Pesquisa-Ação”
15h00: Café
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domingo, 15 de junho de 2014
24/10/2013 - 2º ENCONTRO DE FORMAÇÃO DO PROFESSOR COORDENADOR DE APOIO À GESTÃO PEDAGÓGICA (PCAGP)
2º ENCONTRO DE FORMAÇÃO DO
PROFESSOR COORDENADOR DE APOIO À GESTÃO PEDAGÓGICA
PRÁTICAS PEDAGÓGICAS: REFLEXÃO CRÍTICA SOBRE
A FUNÇÃO DO PCAGP
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PAUTA - SÃO CARLOS - 24/10/2013
Local: DER São Carlos
Manhã - 8h às 12h
* 8h - Credenciamento e Café.
* 8h30 - Apresentação Cultural
* 9h - Abertura: Autoridades da SEE/DER
* 9h30 - Retrospectiva dos Trabalhos - Zuleide/Ednéia
* 10h - Estudo Reflexivo do Texto: Coordenação Pedagógica: Uma práxis em busca de sua identidade - Autora: Maria Amélia Santoro Franco. Apresentação: PCNP Camila Perez da Silva - DER São Carlos
* 11h - Prática exitosa: DE Araraquara - EE Dinora Marcondes Gomes - Diretora de Escola: Vania Aparecida Lucas e PCAGP Sandra Maria
* 11h30 às 12h - Interação
Almoço - 12h às 13h30
Tarde - 13h30 às 16h
Atividade 1 - 13h30 às 15h
Discutir e refletir sobre as questões abaixo, registrando suas considerações:
a) A função social da escola;
b) Trabalho pedagógico na escola demanda de um trabalho integrado, integrador, com clareza de objetivos e propósitos.
Atividade 2 - 15h às 16h
Registros das ações formativas desenvolvidas na Escola e nas Diretorias de Ensino.
OBJETIVOS
* Oferecer subsídios para que o PCAGP possa compreender a especificidade do trabalho pedagógico no contexto da Escola.
* Pensar que as práticas pedagógicas só poderão ser transformadas a partir da compreensão dos pressupostos teóricos que as organizam.
* Apropriar-se das diretrizes fundamentais para a construção de uma prática pedagógica integrada de acordo com a realidade da Escola.
COMANDA
Atividade 1 - 13h30 às 15h
1ª Etapa: Discutir e refletir sobre as questões abaixo, registrando suas considerações:
Discussão em subgrupos (organizados por diretorias de ensino)
Considerando o Estudo Reflexivo do texto: Coordenação Pedagógica: Uma práxis em busca de sua identidade - Autora: Maria Amélia Santoro Franco - e a experiência apresentada, vamos refletir sobre:
a) A função social da escola
b) Trabalho pedagógico na escola demanda de um trabalho integrado, integrador, com clareza de objetivos e propósitos
2ª Etapa: Socialização das discussões dos grupos.
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Para ler o texto de Maria Amélia Santoro Franco, clique no link: Coordenação Pedagógica: Uma práxis em busca de sua identidade
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FOTOS DO ENCONTRO:
O QUE É PESQUISA-AÇÃO?
Conforme solicitado na O.T. de 25/08/2013, transcrevo abaixo, na íntegra, o trabalho postado no Grupo de Referência (Facebook), da D.E. Região de Jaboticabal-SP.
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O QUE É PESQUISA-AÇÃO?
Para Kemmis e McTaggart (1988), fazer pesquisa-ação significa planejar, observar, agir e refletir de maneira mais consciente, mais sistemática e mais rigorosa o que fazemos na nossa experiência diária.
Duas ideias, em geral, definem um bom trabalho de pesquisa:
a) que se possa reivindicar que a metodologia utilizada esteja adequada à situação, e
b) que se possa garantir de certa forma um acréscimo no conhecimento que existe sobre o assunto tratado.
A pesquisa-ação implica, portanto, produzir mudanças (ação) e compreensão (pesquisa). Tais dimensões (mudanças e compreensão) podem contribuir na elaboração do projeto de pesquisa.
Cohen e Manion (1990) apontam três possibilidades de uso da pesquisa-ação:
- o professor individual que trabalha em uma sala de aula para produzir determinadas mudanças ou melhorias no processo de ensino-aprendizagem;
- a pesquisa feita por um grupo que trabalha solidariamente, assessorados ou não por um pesquisador externo;
- um professor ou professores que trabalham com um pesquisador ou uma equipe de pesquisa com um relacionamento permanente.
Há que se considerar que toda metodologia de pesquisa e as diversas tendências ideológicas do pesquisador ou do grupo, influenciarão a escolha do marco teórico, a interpretação dos resultados e as conclusões do trabalho.
Para alguns pesquisadores que utilizam métodos e metodologias convencionais, a pesquisa-ação é pobre, mas aplicam critérios que são adequados para o seu estilo de pesquisar: quantificação, controle, objetividade etc. Existem situações reais em que a pesquisa-ação pode lidar com determinadas dificuldades bem melhor que outras formas de pesquisa “mais tradicionais”. O rigor, validade e confiabilidade são resultados da discussão e reflexão crítica com os participantes do grupo. Não é fácil, mas vale a pena. O método científico evoluiu para chegar a sua fase atual. A pesquisa-ação é recente, está evoluindo.
Objetivos da pesquisa-ação:
Seguindo as ideias de diversos autores (Kemmis e McTaggart, 1982; Dick, 1997 e 1998; Arellano, (s.d); O´Brien, 1998), a pesquisa-ação procura a mudança, mas, uma mudança para melhorar. Assim, os seus principais objetivos são:
1. Melhorar: - a prática dos participantes;
- a sua compreensão dessa prática; e
- a situação onde se produz a prática.
2. Envolver: - assegurar a participação dos integrantes do processo.
- assegurar a organização democrática da ação.
- propiciar compromisso dos participantes com a mudança.
Etapas ou passos da pesquisa-ação:
Existem diversos modelos que apresentam fases da pesquisa-ação, quase todos coincidem na existência de quatro momentos. O modelo de Susman e Evered (1978), graficamente apresentada na figura - etapas da pesquisa-ação:
1ª etapa- o diagnóstico:
- Definição do problema;
- Reflexão;
- Planejamento da Ação;
- Acordo.
2ª etapa- a ação:
- Sensibilização.
3ª etapa- a avaliação:
- Avaliação do processo;
- Avaliação dos resultados alcançados;
- Avaliação da aprendizagem teórica.
De acordo com Snyder (apud. Dick,1997), existem três etapas no processo de avaliação. Cada uma oferece uma forma diferente de avaliar e cada fase baseia-se na anterior:
- A avaliação do processo // Análise do Processo
- A avaliação dos resultados // Medição dos Resultados
- A avaliação cíclica // Desenvolvimento Contínuo
4ª etapa - a reflexão:
- Fazer uma análise crítica do processo;
- Verificar o cumprimento das metas;
- Tornar público o aprendido.
Coleta de informações:
Na pesquisa-ação combina-se: a) a coleta de informações; b) a interpretação; c) a revisão da literatura; d) a revisão do relatório.
O Diário de Pesquisa: é o registro diário que o investigador faz do desenvolvimento do projeto. As anotações no diário podem ser utilizadas como dados. De acordo com Hughes (2000), os principais motivos para manter um diário de pesquisa são os seguintes: a) Gerar a história do projeto, o pensamento do pesquisador e o processo de pesquisa; b) Fornecer material para reflexão; c) Proporcionar dados para a pesquisa; d) Registrar o desenvolvimento dos conhecimentos de pesquisa adquiridos pelo investigador.
Pesquisa-ação e participação: antes de começar o trabalho é necessário considerar os graus de participação das pessoas. Assim:
- Deve ser possível a participação de todos os envolvidos.
- Todos devem ser ativos. Cada participante deve colocar a sua opinião e ajudar os outros a colocar as deles.
- A participação, no pode estar apenas no papel.
- Os graus de participação devem ser amplamente discutidos pelo grupo. Ninguém está isento das responsabilidades estabelecidas.
Seguindo as ideias de Dick (1997) a participação não é um assunto de tudo ou nada. Pode variar em diversas dimensões, e em cada uma dessas, existir ao longo de um contínuo. O autor distingue sete dimensões. Quatro fazem referência ao conteúdo da situação:
- fornecimento de dados; os participantes são informantes;
- interpretação de dados; os participantes são intérpretes;
- planejamento de mudanças; os participantes são planejadores ou tomam decisões;
- implementação; os participantes são executores.
Duas fazem referência ao processo de pesquisa:
- gerenciamento do processo de coleta de dados e interpretação; os participantes são facilitadores;
- planejamento da pesquisa; os participantes são pesquisadores o co-pesquisadores.
A sétima dimensão pode se aplicar tanto ao conteúdo, quanto ao processo, ou ambos:
- manter-se informado do projeto a suas implicações; os participantes são receptores.
Em cada uma dessas dimensões existe uma escolha a ser feita:
- quem deve participar?
- até onde chega a sua participação?
Participação dos stakeholders: existem pessoas que não podem deixar de participar em uma pesquisa-ação, são os chamados stakeholders – pessoa(s) grupo ou combinação de ambos que podem ser influenciados ou podem influenciar uma decisão ou ação. De acordo com Uhlmann (1995) sua participação é fundamental.
- Procura de consenso nas decisões. Por exemplo: Pode ser que alguma decisão tomada, agrade a um grupo de stakeholders e desagrade a outro; ou, podem surgir problemas no interior da comunidade por mal-entendidos ou desconfiança.
O Relatório da Pesquisa-Ação: igual à pesquisa tradicional, o relatório de pesquisa-ação apresenta cinco partes. As diferenças estão na organização e conteúdo dessas partes. Baseado nas sugestões de Hughes (2000), o relatório deve incluir:
1- Introdução;
2- Revisão da literatura;
3- Processo de pesquisa-ação e metodologia;
4- Discussão dos resultados;
5- Conclusão.
Critérios para avaliar um relatório de pesquisa-ação:
1- A utilidade do relatório para alunos ou interessados na realização de pesquisa-ação.
2- A contribuição do relatório para a melhoria dos programas, ações ou condições sociais.
3- A contribuição do relatório para o aprofundamento do conhecimento.
4- A clareza do relatório. A ação e o problema de pesquisa estão claramente determinados.
5- A revisão da literatura está adequada.
6- Existe um argumento lógico baseado em evidência empírica.
7- O relatório está bem apresentado, conforme as normas de apresentação de trabalhos científicos.
Avaliação da pesquisa-ação: de acordo com Bermejo (2000), durante as décadas iniciais a pesquisa-ação era considerada um modelo de experimentação onde a ação era submetida a prova. Felizmente, hoje, a pesquisa-ação começou a consolidar um tipo determinado de pesquisa que enfatiza a participação e a mudança - a pesquisa-ação não deve ser avaliada com os mesmos critérios da pesquisa empírica tradicional.
Se os objetivos são melhorar a participação e produzir mudanças, a avaliação deve incluir pelo menos três momentos:
- solução ou controle do problema que motivou o projeto;
- melhoria da democracia no grupo e na comunidade e aprendizagem dos participantes;
- desenvolvimento de resultados teóricos que apontem a mudanças no grupo.
O rigor na pesquisa-ação: “o rigor da pesquisa-ação não se baseia nos princípios da pesquisa empírica e experimental tradicional”. A sua natureza cíclica, permite uma revisão constante das informações e interpretações realizadas. Assim, podemos identificar quatro elementos que contribuem para o rigor científico da pesquisa-ação: a) Participação; b) Qualitativa; c) A ação; d) Emergente..
Há que se considerar que a adoção da Pesquisa-Ação não parece algo tão fácil, no entanto, considerando o fato de que estamos a todo momento em contato com novos desafios, os quais nos remetem a tomadas de decisões, é necessário relevar as possíveis dificuldades, estudar os fatos, as situações que nos cercam e nos respaldarmos com dados relevantes que possam nos levar a ações acertadas. É nesse aspecto, mesmo sabendo que a Pesquisa-Ação pode ser aplicada em diversas áreas, que vejo sua aplicabilidade na área da Educação como um benefício, pois esta tende a contribuir para melhorar a participação das pessoas e, concomitantemente, produzir transformações.
Referência bibliográfica:
RICHARDSON, Roberto Jarry. Como fazer pesquisa ação? Disponível em: http://www.ic.ufmt.br:8080/c/document_library/get_file?p_l_id=12683&folderId=53266&name=DLFE-2406.pdf . Pesquisa realizada em: 31/08/2013.
sexta-feira, 13 de junho de 2014
12 E 13/08/2013 - VIAGEM A SÃO PAULO - 1º ENCONTRO DE FORMAÇÃO - PROFESSOR COORDENADOR DE APOIO À GESTÃO PEDAGÓGICA
PAUTA
1º Dia - Auditório - 08h30 às 17h30
Café - 08h30 às 09h00
Auditório - 09h00 às 13h00
* Abertura: Autoridades da Secretaria de Estado da Educação de São Paulo
* Orientações Gerais - Profª Ms Zuleide Ferraz Garcia
* Palestra - A Qualidade do Ensino e da Aprendizagem na Escola Pública - Profª Drª Cecília Hanna Mate
* Interação
Almoço - 13h00 às 14h30
Tarde - 14h30 às 17h30
* Apresentação: Aspectos Legais da função do PCAGP - Prof. Ms Reinaldo Inácio de Lima
- Apresentação dos Relatos de Práticas - Profª Ms Zuleide Ferraz Garcia
- Relato de Experiência - Diretoria de Ensino de São Vicente - Prof. Eurípedes Pedro Mendonça Dias (Diretor do Núcleo Pedagógico).
2º Dia - Manhã - 08h30 às 12h30
Café - 08h30 às 09h00
Salas - 09h00 às 16h30
* Sensibilização
Atividade 1: Análise reflexiva dos aspectos teóricos e legais da função do PCAGP
* 1ª Etapa: Reflexão em grupo
* 2ª Etapa: Plenária para socialização e fechamento dos trabalhos.
Almoço - 12h30 às 14h00
Atividade 2: Atuação do PCAGP, Plano de Trabalho e formação continuada
* 1ª Etapa: Discussão em grupos
* 2ª Etapa: Plenária para socialização e fechamento dos trabalhos
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Sensibilização: "Tocando em frente", de Almir Sater e Renato Teixeira
FOTOS DO ENCONTRO:
Tocando em frente
(Almir Sater e Renato Teixeira)
Ando devagar
Porque já tive pressa
E levo esse sorriso
Porque já chorei demais
Porque já tive pressa
E levo esse sorriso
Porque já chorei demais
Hoje me sinto mais forte
Mais feliz, quem sabe
Só levo a certeza
De que muito pouco sei
Ou nada sei
Mais feliz, quem sabe
Só levo a certeza
De que muito pouco sei
Ou nada sei
Conhecer as manhas
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs
É preciso amor
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir
Penso que cumprir a vida
Seja simplesmente
Compreender a marcha
E ir tocando em frente
Seja simplesmente
Compreender a marcha
E ir tocando em frente
Como um velho boiadeiro
Levando a boiada
Eu vou tocando os dias
Pela longa estrada, eu vou
Estrada eu sou
Levando a boiada
Eu vou tocando os dias
Pela longa estrada, eu vou
Estrada eu sou
Conhecer as manhas
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs
É preciso amor
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir
Todo mundo ama um dia
Todo mundo chora
Um dia a gente chega
E no outro vai embora
Todo mundo chora
Um dia a gente chega
E no outro vai embora
Cada um de nós compõe a sua história
Cada ser em si
Carrega o dom de ser capaz
E ser feliz
Cada ser em si
Carrega o dom de ser capaz
E ser feliz
Conhecer as manhas
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs
É preciso amor
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir
Ando devagar
Porque já tive pressa
E levo esse sorriso
Porque já chorei demais
Porque já tive pressa
E levo esse sorriso
Porque já chorei demais
Cada um de nós compõe a sua história
Cada ser em si
Carrega o dom de ser capaz
E ser feliz.
Cada ser em si
Carrega o dom de ser capaz
E ser feliz.
Fonte: http://letras.mus.br/almir-sater/44082/
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